ÁREA DO ASSOCIADO

Aegea expande operações em 2017 e passa a atender 5,4 milhões de usuários

09/01/2018

O ano de 2017 foi de expansão das operações para a Aegea Saneamento. Vila Velha (ES) e Teresina (PI) passaram a integrar o grupo de cidades brasileiras atendidas pela empresa, no que se refere a serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto. Em janeiro, o Espírito Santo deu um importante passo para a melhoria da qualidade de vida dos moradores da segunda maior cidade do Estado: foi assinado o contrato de concessão administrativa com a empresa Vila Velha Ambiental, do Grupo Aegea, para ampliação, manutenção e operação do sistema de esgotamento sanitário de Vila Velha, na Região Metropolitana da Grande Vitória.

Ali estão previstas a ampliação de 56% para 98% da cobertura atual de esgotamento sanitário, em até 12 anos, e a implantação de 643 km de rede coletora de esgoto, além de 62 mil novas ligações. Ao todo, somente em Vila Velha, serão R$ 643 milhões investidos em esgotamento sanitário.

O estado tem buscado, por meio de parcerias público-privadas (PPPs), tornar mais rápida a universalização do sistema de esgotamento sanitário para a população. Tanto que Vila Velha foi o segundo município do Espírito Santo a receber uma PPP no setor de infraestrutura. A primeira se deu na cidade de Serra, onde atua a Serra Ambiental, outra concessão da Aegea, que inclusive recebeu menção honrosa na última edição do PPP Awards, em novembro. O prêmio foi criado para premiar Parcerias Público-Privadas brasileiras de sucesso com o objetivo de inspirar o desenvolvimento de boas práticas nesse mercado.

Já em Teresina, o contrato foi firmado em março, quando o Piauí se tornou o 10º estado brasileiro a ser atendido pela Aegea. A companhia vai operar na capital até 2047. A participação da Aegea na gestão do saneamento na cidade tem a meta de atingir a universalização do abastecimento de água e chegar a – no mínimo – 90% de atendimento pela rede de esgoto, até 2031. O contrato prevê o investimento de R$ 1,7 bilhão no sistema de abastecimento de água e esgotamento sanitário da cidade, sendo R$ 650 milhões já nos primeiros cinco anos, assim como da adoção de melhores práticas na gestão de perdas – a meta é reduzir o atual índice de 51,68% para 25% em 10 anos.

Além disso, conforme proposto no processo licitatório, a Aegea Saneamento deveria pagar ao estado do Piauí R$ 160.130.000, referentes à finalização da outorga para subconcessão dos serviços de saneamento em Teresina. A primeira parcela foi paga pela concessionária antes da assinatura da ordem de serviço e o restante, que deveria ser quitado até julho de 2018, foi antecipado pela empresa, reforçando o seu compromisso com a cidade. Somando outorga e investimentos, Teresina e o Piauí já receberam, da Águas de Teresina, em menos de seis meses, recursos que superam R$ 221 milhões.

Em poucos meses de operação, a concessionária antecipou metas para executar, de forma prioritária, o plano emergencial com foco em bairros com histórico crítico de desabastecimento. A ampliação e modernização dos serviços já beneficiaram cerca de 360 mil teresinenses, que sofriam com constantes faltas d’água.

Inicialmente, o plano contemplava 14 áreas crônicas de desabastecimento. Atualmente, são 31 áreas contempladas. As melhorias realizadas na capital do Piauí já propiciaram uma mudança na rotina de famílias que antes sofriam com o abastecimento irregular de água tratada. “Para 2018, nosso objetivo é continuar com o plano de expansão das operações, sempre atentos à qualidade dos serviços prestados e transparência de nossas ações”, ressalta o CEO da Aegea, Hamilton Amadeo.

Compartilhe:
Translate »