Muniz: Só com regulação eficiente é possível atrair capital para melhorar saneamento no País

Postado em 6/out/2017

O senador Roberto Muniz (PP/BA) defendeu que o Brasil repense os modelos de prestação de serviços de saneamento, durante sua participação, nesta terça-feira (3), no Congresso ABES Fenasan 2017, em São Paulo. Para ele, é urgente ampliar a consciência social e o acesso ao recurso hídrico, além de garantir a maior participação privada para suprir a falta de investimento destinado ao saneamento público no País. “Nem o setor privado, nem o setor público sozinhos irão resolver o problema do saneamento no Brasil. Isso só será possível através da cooperação entre os dois setores. No saneamento, temos que tirar o ambiente hostil contra o privado”, afirmou o senador, para quem só com uma regulação eficiente do setor é possível atrair o capital necessário para melhorar saneamento no Brasil. Muniz lembrou recente estudo que coloca o Brasil com indicadores iguais ao...

Leia mais

ABCON defende importância da regulação durante Congresso da ABAR

Postado em 29/set/2017

O vice-presidente da ABCON, Alexandre Lopes, apresentou no primeiro dia do X Congresso Brasileiro de Regulação (27.09), em Florianópolis, os entraves jurídicos e de regulação à ampliação da presença da iniciativa privada no saneamento. O painel em que a ABCON participou discutiu o estágio atual e as perspectivas do Plansab – Plano Nacional de Saneamento Básico. O encontro teve uma audiência de 70 pessoas e contou com a presença de representantes de agências de regulação e bacias...

Leia mais

Participação da iniciativa privada é fundamental para a universalização do saneamento no País

Postado em 29/set/2017

Dados de 2015 do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, revelam que 35 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada no Brasil e que mais de 100 milhões de brasileiros não têm acesso à coleta de esgotos. Indica ainda que apenas 42,67% dos esgotos gerados são tratados. Buscando melhorar esses números e aprimorar a contribuição do setor da construção para o desenvolvimento do saneamento no País, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio da sua Comissão de Infraestrutura (COP), está estabelecendo uma pauta de ação conjunta com a Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon) e o Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon) em defesa do desenvolvimento mais rápido e...

Leia mais

Confira a programação do estande da Abcon Sindcon na Fenasan!

Postado em 28/set/2017

...

Leia mais

BNDES fará papel de estruturador de projetos de infraestrutura

Postado em 22/set/2017

Um dos focos de trabalho do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será na estruturação dos projetos de infraestrutura, trazendo modelagens robustas ao setor, afirma Luciene Machado, superintendente da Área de Saneamento e Transporte. De acordo com a superintendente, os estudos de viabilidade de projetos traçados no passado traziam uma dose de “otimismo”. “Foram realizados em uma época em que o Brasil vivia em outro contexto e, portanto, não eram resilientes o suficiente para aguentar trancos. Então, como banco de desenvolvimento, nos vemos cada vez mais trabalhando com estruturação de projetos”, disse durante o 15º Fórum Latino-Americano Brasileiro de Liderança Estratégica em Infraestrutura, na capital paulista. Como exemplo, Luciene citou a parceria do banco com o setor de saneamento, com diversos Estados buscando quais seriam os melhores modelos de concessão, PPPs e desestatização. Luciene avaliou positivamente a Lei 13.448, a antiga MP das Concessões,...

Leia mais

CNI propõe simplificação do acesso a recursos do FGTS para saneamento

Postado em 22/set/2017

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) quer a redução do prazo de liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para investimento em projetos de saneamento. Estudo divulgado hoje (19) lista uma série de medidas para reduzir o tempo da liberação. De acordo com o documento, o tempo médio para as empresas públicas acessarem os recurso é de 27 meses atualmente. Segundo a CNI, a “mera unificação de procedimentos” possibilitaria a redução do tempo médio de repasse para 18 meses, como ocorre com as companhias privadas. Segundo a confederação, o prazo superior a dois anos entre a apresentação do projeto e o início das obras pode, por exemplo, tornar o projeto obsoleto. “O prazo de 27 meses é um grande empecilho para o andamento adequado dos projetos e contribui para que ocorram paralisações de obras...

Leia mais