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De cada dez residências no país, 3 ainda jogam esgoto direto na rua

11/01/2018

Ele destaca que o saneamento básico, em muitas cidades brasileiras, foi abandonado pelos poderes públicos – sobretudo nos anos 1970 e 1980, quando começou o desenvolvimento das grandes cidades. Para melhorar essa situação, segundo o presidente-executivo, é necessário que os governantes estabeleçam o saneamento como foco.E é diante desse cenário, uma nova polêmica ganhou força nos últimos meses. Pela terceira vez, o prazo final para que Estados e municípios possuam planos próprios de saneamento básico foi prorrogado pelo governo federal. Agora, têm até dezembro de 2019 para confeccionar e implementar projetos sem risco de perder verba federal em obras no setor. A lei, de 2007 e regulamentada em 2010, previa inicialmente que governos estaduais e prefeituras precisavam do planejamento até março de 2014.

“Além de infraestrutura, é investindo em saneamento que protegemos as pessoas de doenças que comprometem a sua saúde”, explica. A falta de saneamento acarreta, por exemplo, na alta produção de lixo e, por consequência, no risco do aparecimento de doenças, como as ligadas ao mosquito Aedes, de verminoses e problemas de pele.

Para o presidente-executivo, em pleno ano de 2018 ainda há descaso com a política pública de saneamento. “Para mudar esta situação é necessário que tenhamos duas coisas: primeiro, o governante levando isso como pauta de interesse comum e o cidadão tendo consciência de que isto é um direito humano”, explica. Em entrevista ao CBN Cotidiano, ele detalha o tema.

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