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Prolagos patrocina o livro “A Cultura da Pesca Artesanal, A Arte da Sobrevivência”

Posted on 21/Jun/2017 | 0 comments

Prolagos patrocina o livro “A Cultura da Pesca Artesanal, A Arte da Sobrevivência”

Publicação traz texto de Francisco da Rocha Guimarães Neto, o Chico Pescador, fotos de Marê Moraes e faz um panorama sobre a Lagoa de Araruama São Pedro da Aldeia, 19.06.2017 – A vida da Lagoa de Araruama e a pesca artesanal praticada pelos pescadores de São Pedro da Aldeia estão documentadas no livro “A Cultura da Pesca Artesanal, a Arte da Sobrevivência”. Patrocinada pela Prolagos, empresa do grupo Aegea Saneamento, a publicação documenta a história da laguna com texto de Francisco da Rocha Guimarães Neto, o Chico Pescador, e fotos de Marê Moraes. O livro é uma realização da Associação de Pescadores Artesanais e Amigos da Praia da Pitória (APAAPP) e faz parte das comemorações pelos 400 anos de fundação do município aldeense. Dividida em sete capítulos, a publicação mostra as características da lagoa costeira, retrata os pescadores artesanais, reforça a importância socioeconômica da lagoa e da pesca para a região, as artes da atividade, valoriza a culinária local, registra as comunidades de peixes e produção pesqueira da lagoa. O livro termina com capítulo que retrata o ordenamento pesqueiro e a recuperação ambiental que vem acontecendo, resultado dos investimentos realizados pela Prolagos. “A Cultura da Pesca Artesanal, a Arte da Sobrevivência” conta com texto do presidente da Prolagos, Carlos Henrique Roma Jr., que comemora a recuperação da lagoa, que registrou o retorno de espécies como tainha e perumbeba, e enumera as atividades executadas pela concessionária. “Grande parte da recuperação deste importante ecossistema se deve ao programa de saneamento desenvolvido e executado pela Prolagos, que, em seus 19 anos, já investiu mais de R$ 1,2 bilhão em saneamento. Pioneira na implantação do sistema de tratamento de esgoto na região, a concessionária conta hoje com sete estações, que evitam que 80 milhões de litros de esgoto sejam despejados diretamente no meio ambiente”. Prolagos fomenta a arte e a cultura da região O livro “A Cultura da Pesca Artesanal, a Arte da Sobrevivência” não é a primeira publicação patrocinada pela Prolagos. Incentivadora da arte e da cultura da Região dos Lagos, a concessionária já apoiou outras inciativas como #400vezescabofrio, lançado em 2016 em comemoração ao quarto centenário de fundação do município de Cabo Frio. Com curadoria do arquiteto Ivo Barreto, em parceria com o fotógrafo Junior Silgueiro, a publicação contém 264 páginas de imagens e textos inéditos de centenas de autores. Também tendo a Lagoa de Araruama como foco, a empresa patrocinou o livro “Aves da Laguna Araruama – Inventário Fotográfico da Avifauna da Laguna Araruama”, de autoria do ambientalista e fotógrafo Antonio Angelo Trindade Marques e do biólogo Eduardo Pimenta. A publicação registra a presença e o comportamento de pássaros em ambientes às margens do maior espelho d’água hipersalino do mundo e revela o estado de revitalização desse ecossistema para o ciclo de vida de aves migratórias de diferentes regiões do...

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O melhor caminho à frente

Posted on 19/Jun/2017 | 0 comments

Não tem outro jeito: para o Brasil voltar a crescer será preciso destravar os investimentos. Em meio à crise que já ganhou o título de maior da história, sobraram poucas alternativas. O gover­no não tem espaço para expandir o or­çamento — ao contrário, precisa redu­zir o gasto para retomar a confiança em sua solvência. Com o desemprego em alta, as famílias estão consumindo me­nos. Já as exportações esbarram na indústria fragilizada e no problema histórico de o país ser fechado para o comércio mundial. E, neste momento em que se tornam tão importantes, os investimentos estão emperrados. Da­dos da consultoria GO Associados mos­tram que, em 2017, a formação bruta de capital fixo (uma medida da compra de equipamentos e gastos na construção civil) deve cair 0,6%, a quarta queda consecutiva. “A crise recente é a mais profunda e será a de retomada mais lenta”, diz Gesner Oliveira, sócio da GO Associados. “O Brasil só vai crescer com investimentos.” E qual é o cami­nho para investir mais? A questão foi tratada durante o EXAME Fórum PPPs e Concessões, realizado no dia 8 de junho, em São Paulo, que reuniu quase 300 empresá­rios, executivos e gestores públicos. A conclusão é que não haverá retomada dos investimentos sem forte atuação do setor privado. O modelo adotado nos últimos anos se esgotou. Até 2013, o investimento cresceu com o aumento dos gastos públicos — inclusive das es­tatais Petrobras e Eletrobras — e com a expansão de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e So­cial (BNDES). Agora existe a necessi­dade de trazer as empresas para o jogo, concedendo projetos e fazendo parce­rias ou privatizações. Essa tem sido a escolha do governo Michel Temer, que lançou um pacote com 89 projetos di­recionados à iniciativa privada no valor de 90 bilhões de reais. Até o momento, metade foi leiloada por um terço do valor do pacote. “Selecionamos os pro­jetos que remuneram o capital e têm boa análise de riscos”, disse, durante o fórum, Tarcísio de Freitas, secretário do Programa de Parcerias de Investi­mentos, ligado diretamente à Presidên­cia da República. “Os investidores per­ceberam uma ruptura quanto ao mo­delo anterior adotado nos leilões.” Parte essencial dessa mudança é um novo papel para o BNDES, que nos úl­timos anos liberou fartamente crédito a taxas baixas, com subsídio do Tesou­ro Nacional, a setores e empresas esco­lhidos. Hoje, a carteira do BNDES soma quase 790 projetos de infraestrutura, num valor de 284 bilhões de reais, mas com resultado abaixo do esperado. “Houve muito mais oferta de crédito nos últimos anos, mas com nenhum aumento da produtividade”, diz Paulo Rabello de Castro, economista que as­sumiu recentemente a presidência do banco. “Agora não adianta se fazer de coitadinho. Não vamos financiar nada que não valha a pena.” Há um risco que ronda a agenda de concessões e parcerias: o de descontinuidade do governo Temer, alvejado por delações de corrupção. Procurando mostrar que trabalha normalmente, o governo diz que o cronograma está mantido, com 18 leilões marcados até dezembro em áreas como energia e óleo e gás. “O governo está em busca de uma agenda positiva em meio à confusão política”, diz Lucas de Aragão, sócio da consultoria política Arko Advice. “As concessões e as parcerias são uma op­ção, já que fogem da agenda do Con­gresso.” Isso não significa, porém, que o imbróglio...

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Aportes em saneamento básico caem nas três esferas de governo do País

Posted on 9/Jun/2017 | 0 comments

São Paulo – Para universalizar o acesso da população ao saneamento básico, o Brasil teria que investir cerca de R$ 5 bilhões a mais do que aporta hoje no setor. Porém, na contramão deste processo, as despesas públicas com a área estão recuando. Somente nas 27 capitais brasileiras, os gastos totais com o saneamento básico caíram 18%, em termos reais (descontada a inflação), no acumulado dos últimos 12 meses até o mês de abril deste ano, somando recursos no valor de R$ 3,342 bilhões. No fechamento anual, os dispêndios no setor estão diminuindo há dois anos. Em 2016, por exemplo, estes tiveram queda de 9,4% na comparação com 2015, para R$ 3,838 bilhões, enquanto no ano imediatamente anterior, esta retração chegou a ser de 10,5%, a R$ 4,233 bilhões. Já as despesas dos governos estaduais com o saneamento caíram 30,3% no acumulado em 12 meses até abril, para R$ 2,371 bilhões. Assim como as capitais, os aportes de recursos pelos estados caíram em 2015 (-32,5%, para R$ 3,511 bilhões) e em 2016 (-35,8%, para R$ 2,254 bilhões). Os dados são do Portal Compara Brasil, iniciativa da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e da Aequus Consultoria. Já a previsão do Ministério das Cidades (MCidades) é que os investimentos em saneamento básicooriundos do Orçamento Geral da União (OGU) cheguem a R$ 1,230 bilhão em 2017, valor 24% menor do que os recursos aportados em 2016 (R$ 1,630 bilhão). Já os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Caixa Econômica Federal no setor somaram R$ 2,895 bilhões em 2016, queda de 21% em relação ao ano de 2015. O DCI procurou as duas instituições para comentar as perspectivas para a área, porém, até o fechamento desta edição, não obteve retorno. O presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, afirma que a contração dos aportes públicos emsaneamento básico está relacionada com o quadro recessivo das receitas. “Com essa dificuldade econômica, são poucas as iniciativas que temos visto na área de saneamento que não sejam aportes do governo federal ou mesmo do setor privado, que vem ampliando a sua participação no setor”, diz o presidente do Trata Brasil. Estrutural No entanto, os problemas de saneamento vão além do aspecto conjuntural. “Há municípios e estados, principalmente no Norte e no Nordeste, nos quais o déficit em saneamento básico se prolonga por décadas, desde que o Brasil existe”, afirma Édison, acrescentando que o País deveria investir R$ 16 bilhões por ano durante 20 anos para conseguir universalizar o saneamento. No entanto, o Brasil só aporta cerca de R$ 11 bilhões, ou seja, R$ 5 bilhões a menos. Os principais estados nos quais há uma grande deficiência no tratamento de água e esgoto são o Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Piauí e Maranhão, elenca Édison. No município de Ananindeua, no Pará, por exemplo, somente 28,81% da população têm acesso à água tratada, enquanto o Indicador de Atendimento Total de Esgoto chega a 2,09% da população da cidade que tem cerca de 505 mil habitantes. No município de Porto Velho, em Rondônia, por sua vez, o Indicador de atendimento Total de Água alcança 33,96% da população, enquanto o índice de esgoto chega a 3,71%. Para o diretor do Trata Brasil, as parcerias do setor público com a iniciativa privada são uma saída para melhorar o saneamento básico nas cidades mais precarizadas. Neste sentido, ele avalia que os estudos de modelagem de participação privada na oferta de saneamento que estão sendo encabeçados pelo BNDES podem fazer com...

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Novo estudo mostra que água perdida nos sistemas de distribuição agravam as crises hídricas e poderiam abastecer milhões de pessoas

Posted on 7/Jun/2017 | 0 comments

* Publicado pelo Instituto Trata Brasil A região Sudeste acaba de passar por sua pior crise hídrica da história e é com base nesse recente cenário que o Movimento “Menos Perdas, Mais Água”, da Rede Brasil do Pacto Global e o Instituto Trata Brasil, em parceria com a Braskem e Sanasa, divulga o estudo “Perdas de água nos sistemas de distribuição como agravante à vulnerabilidade das bacias hidrográficas – o caso das bacias PCJ”. A escolha das bacias PCJ como objeto do estudo se deu devido à importância econômica da região, que responde por cerca de 7-8% do PIB nacional, mas também pelo alto grau de capacidade técnica e de gestão de seus municípios, do Consórcio e da Agência Reguladora local. Nesta página é possível ter acesso à versão executiva do estudo e o press release do material. Os dados estão distribuídos entre as 74 cidades que compõem as bacias PCJ, sendo 69 do estado de São Paulo e 5 de Minas Gerais. Acesse o...

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29 e 30.06.17 – I Fórum de diálogo intersetorial

Posted on 6/Jun/2017 | 0 comments

O Ministério da Saúde iniciou a revisão da Portaria 2914/11 sobre controle, vigilância da qualidade e padrão de potabilidade da água para consumo humano e pretende, ainda neste ano, publicar sua nova versão. Diante desse cenário, o Centro de Referência em Segurança da Água da Faculdade de Saúde Pública da USP / SP ( CERSA ), o Portal Saneamento Básico e o Portal Tratamento de Água organizaram o I Fórum de Diálogo Intersetorial – Subsídios para a Legislação Nacional de Água para Consumo Humano, para discutir de forma clara e objetiva os diversos temas que envolvem os procedimentos, requisitos e comunicação para a segurança da água, reunindo representantes da sociedade civil, empresas privadas, órgãos públicos e instituições de ensino e pesquisa. A entrada é franca e pedimos apenas que confirme sua presença respondendo este e-mail e também completando as informações abaixo, que serão verificadas por ocasião do credenciamento de chegada : Nome completo : e-mail : Telefone : Empresa / Cargo : Programação disponível...

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Água é a mais urgente questão ambiental brasileira

Posted on 5/Jun/2017 | 0 comments

Alexandre Ferreira Lopes * Em 5 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Meio Ambiente, data que nos traz ensejo para importantes reflexões. É certo que o equilíbrio ambiental se tornou uma preocupação de todos os povos. Somente uma visão holística e sustentável pode vir a efetivamente proteger o meio ambiente e preservar a espécie humana da extinção. É nítido ainda que alguns problemas ambientais alcançaram maior notoriedade e justificaram, nos últimos anos, um esforço maior dos governos, uma mobilização mais intensa da sociedade ou mesmo um aporte maior de recursos para sua solução. É o caso da poluição atmosférica e do desmatamento florestal. A questão da água foi durante muito tempo um capitulo que ficou em segundo plano entre as prioridades referentes à defesa do meio ambiente. Nos últimos anos, porém, a preocupação com a conservação dos recursos hídricos se tornou uma prioridade mundial, com o tema sendo incorporado à agenda da ONU, e motivando grandes debates entre as nações de todo o planeta. O fato é que a água é escassa e mal distribuída pela superfície terrestre. Não bastasse essa finitude, o homem tem se encarregado de dilapidar os mananciais de água doce que possui, de maneira avassaladora. No Brasil, os reflexos desse descaso se tornaram palpáveis na severa crise hídrica vivida há dois anos. Situações limítrofes como aquela, em que populações inteiras se submeteram ao racionamento, geraram conflitos. O colapso de nosso sistema ficou evidente à medida em que dois estados de grande importância econômica, como São Paulo e Rio de Janeiro, entraram em rota de colisão pela transposição do rio Paraíba do Sul (por si só debilitado em virtude da escassez de chuvas), enquanto os dois principais reservatórios das regiões metropolitanas do Sudeste atingiam o chamado “volume morto’”. Água nas torneiras depende de investimentos em saneamento. Os números do setor no Brasil são alarmantes. Apenas 42,7% do esgoto gerado é tratado, e ainda temos 34 milhões de brasileiros sem acesso à água potável, segundo números do SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. E cerca de 37% da água tratada é desperdiçada na distribuição, de acordo com as próprias concessionárias. Mas esse percentual pode ser ainda maior, se considerarmos que esta é uma estimativa otimista, uma vez que a maioria das empresas públicas não possui medição de volume produzido, nem mesmo a completa hidrometração do sistema. A iminência de uma nova crise hídrica persiste. O alto índice de esgoto despejado in natura compromete os mananciais. O Brasil falha ao não tornar o saneamento uma prioridade nacional. Nesse cenário sombrio, a aproximação da esfera pública com a iniciativa privada se torna uma luz no fim do túnel. A adoção de concessões que viabilizem, de um lado, os investimentos na ampliação da coleta e tratamento de esgoto, e de outro a gestão dos sistemas por parte de operadores privados, se tornou uma alternativa hoje indispensável para que os municípios possam contornar a crise fiscal e ter recursos financeiros e humanos à disposição para levar adiante a necessária evolução do saneamento. Há vários exemplos de “cidades saneadas’ que hoje contam com a parceria da iniciativa privada. O potencial é ainda considerável, uma vez que as concessionárias privadas só estão presentes em 6% dos municípios brasileiros, apesar de já serem responsáveis por 20% do investimento do setor. Um...

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Perda de operadoras com desperdício é de R$ 8 bi

Posted on 1/Jun/2017 | 0 comments

Adotar novas tecnologias para a redução de perdas na distribuição de água tem sido prioridade crescente para as empresas públicas e privadas de saneamento no Brasil. Em torno de 37% da água tratada se perdem por motivos diversos que incluem vazamentos, ligações clandestinas, ausência de medição e medições incorretas, segundo o Ministério das Cidades. Esse desperdício equivale a R$ 8 bilhões a menos na receita anual das operadoras, estima o Instituto Trata Brasil. As iniciativas para enfrentar o problema abrangem desde inovações de ponta como softwares de inteligência artificial e centros informatizados de controle até ações mais simples como atualização cadastral e atendimento setorizado. A falta de regulação padronizada e de tratamento isonômico entre as operadoras levou a um descompasso na adoção de tecnologias para o controle de perdas, avalia o presidente do Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (Sindcon), Alexandre Lopes. Hoje, o setor privado atende 6% dos municípios do país e investe 20% dos recursos, em torno de R$ 2,4 bilhões anuais. A maioria dos contratos de concessão inclui metas de redução de perdas. “À medida que as condições de acesso melhoram, aumenta a prioridade na qualidade do abastecimento”, diz Lopes. Ele vê a busca de eficiência energética como grande tendência para os próximos anos. Em São Paulo, a Sabesp informa ter investido R$ 11,9 milhões em P&D em 2016, quase quatro vezes o valor aplicado em 2011. “Focamos na melhoria de eficiência nos processos e produtos”, diz a gerente do departamento de prospecção tecnológica e propriedade intelectual, Fabiana Rorato. Ela destaca a relevância das parcerias com instituições de pesquisa e empresas privadas, para induzir o mercado a fabricar equipamentos que atendam as necessidades da companhia. Um acordo de cooperação de R$ 50 milhões até 2029 com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) já resultou em 17 projetos. Outro com a Agência Brasileira de Inovação (Finep) prevê investimento de R$ 60 milhões até 2018 em um plano de inovações tecnológicas. Entre os projetos da Sabesp está o geofone, desenvolvido com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). O aparelho amplifica o som do subsolo e marca a coordenada geográfica do vazamento. Com apoio da Finep, a empresa também criou uma solução para eliminar o mau cheiro do esgoto nas estações de bombeamento e tratamento, usando contêineres com casca de coco, brita e turfa. No Estado do Rio de Janeiro, a Prolagos, do grupo Aegea, utiliza desde 2014 uma tecnologia de inteligência artificial para melhorar o abastecimento dos cinco municípios que atende na Região dos Lagos Arraial do Cabo, Cabo Frio, Búzios, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia. Juntos eles somam 450 mil habitantes, mas no verão esse número salta para dois milhões. “Instalamos um contador de veículos em cada uma das quatro entradas principais”, conta o presidente da companhia, Carlos Roma Júnior. “As informações nos permitem fazer uma previsão de demanda bem mais próxima da realidade”. O software Leaf, que faz a gestão automatizada do sistema, “aprende” com o uso, melhorando o desempenho à medida que é alimentado por mais dados. A concessionária Águas de Niterói, que opera no município fluminense desde 1999, conseguiu reduzir o índice de perdas de água de 40% para 16% com a implantação de um Centro de...

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Carências do mercado atraem novatas estrangeiras

Posted on 1/Jun/2017 | 0 comments

A Operação Lava ­Jato, a desvalorização do câmbio e as carências no setor de saneamento atraem novos grupos para investir em concessões, Parcerias Público­ Privadas (PPPs) e contratos de desempenho. No fim de abril, o fundo de investimento canadense Brookfield anunciou a aquisição de 70% da Odebrecht Ambiental por US$ 908 milhões, trazendo o grupo japonês Sumitomo como coinvestidor de 14% da fatia, com investimento estimado em US$ 250 milhões. Os 30% restantes continuam nas mãos do FI­FGTS. No fim de 2015, a Itochu adquiriu 49% da participação da Queiroz Galvão na Águas do Brasil. Outros três grupos nipônicos (Mitsui, Mitsubishi e Marubeni, este último já tem parcerias na área no país, estão de olho em negócios. “As cinco grandes tradings japonesas querem aumentar presença no Brasil”, afirma um advogado. O índice de perdas e eficiência na rede no Japão é um dos melhores do mundo. Os chineses também estão atentos: a CGGC anunciou a intenção de adquirir a PPP de São Lourenço, criada para aumentar o abastecimento hídrico no Estado de São Paulo e construída pela Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. Ano passado, o grupo indiano Wabag se associou à Odebrecht para participar de licitação de uma subconcessão em Teresina (PI). A espanhola Acciona também tem interesse no país. “O Brasil atrai profundamente, é a terceira maior democracia urbana, com perdas acima de R$ 10 bilhões por ano na rede de distribuição de água, o que cria grandes oportunidades”, destaca o presidente, André Clark. Quem também está de olho em concessões e PPPs é a francesa Suez, que chegou a analisar a aquisição da CAB Ambienta l, cujo acionista majoritário, o Grupo Galvão, ingressou em recuperação judicial após envolvimento na Lava­Jato. A empresa está olhando oportunidades de aquisição de ativos menores e participação em PMIs que podem resultar em concessões em São Paulo e Santa Catarina, com foco em municípios de 50 mil a 100 mil habitantes. A PPP que a Sabesp poderá fazer de tratamento de lodo, que também pode ser reaproveitado para produção de biogás, é outra área que interessa. “As grandes cidades como São Paulo têm cada vez menos espaço para aterros e isso pode se tornar uma receita adicional das concessionárias”, diz o presidente, Gabriel Toffani. A Suez também está de olho em contratos de desempenho em que a empresa é contratada por uma concessionária para mapear a rede de distribuição de água e reduzir perdas. O pagamento é feito com a receita adicional obtida com as melhorias adotadas. Em cenário de crise fiscal, esse nicho pode ter acréscimo importante. A empresa tem contratos com a Sabesp e a Compesa, concessionária de Pernambuco. Já apresentou soluções para a Sanepar, Cedae, Caesb. Em 2016, o grupo espanhol GS Inima fechou a aquisição da concessão de água e esgoto da cidade de Araçatuba, interior de São Paulo, da OAS Soluções Ambientais, que integra um grupo de empresas que estão sendo vendidas no processo de recuperação judicial do Grupo OAS. Na mira da empresa agora estão PPPs e concessões. “A crise hídrica e a Lava­Jato permitiram o ingresso no Brasil”, diz o diretor comercial, Giuliano Dragone. A empresa atende 1,5 milhão de consumidores no Sudeste e Nordeste. A Barbosa Melo é outra empresa que está atenta para ampliar sua presença no segmento, com foco em municípios com...

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Rio Jundiaí alcança nova classificação

Posted on 31/May/2017 | 0 comments

A concessionária privada CSJ (concessão parcial de esgoto) comemora a reclassificação da bacia do rio Jundiaí, no interior de São Paulo, que deixa de ser “classe quatro” e passa a ser considerada “classe três” (rio próprio para abastecimento humano após tratamento convencional ou avançado). A nova classificação foi confirmada pela Cetesb (Companhia Ambiental de São Paulo) e Conselho de Recursos Hídricos do estado.   Desde 1996, a CSJ já investiu mais de R$ 230 milhões no tratamento de esgoto gerado na cidade, e é responsável por grande parte da despoluição do rio...

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OAB lança coletânea de artigos sobre saneamento

Posted on 31/May/2017 | 0 comments

“Saneamento Básico: Temas Fundamentais, Propostas e Desafios” é o título do livro organizado pela Coordenação de Saneamento Básico da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com o objetivo de contribuir com o equacionamento das questões jurídicas relacionadas ao setor e com o aprimoramento de nossas instituições democráticas. A obra traz 28 artigos sobre diversos temas, seja em abordagens mais amplas ou específicas, debatendo desde o saneamento básico como direito constitucional até as particularidades de contratos de performance e PMI`s, por exemplo. A ABCON assina o prefácio da edição. O lançamento ocorrerá no dia 8 de junho, a partir das 18h30, na Livraria da Vila do Shopping JK...

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