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  • ABES divulga novo ranking da Universalização do Saneamento

    15/06/2018

    A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) lança em junho a edição 2018 do Ranking ABES da Universalização do Saneamento.

    O estudo, que pode ser acessado pelo link http://abes-dn.org.br/?p=18536, trouxe este ano como novidade a segmentação do levantamento entre cidades de grande porte e de pequeno e médio portes (88% da pesquisa). No total, o ranking traz 1894 municípios.

    Somente 80 municípios entre todos os avaliados estão na categoria máxima Rumo à universalização. Destes, os de grande porte são 29 municípios, todos nas regiões Sudeste e Sul. Outros 201 estão na categoria Compromisso com a universalização e a maioria está nas categorias Primeiros Passos para a universalização e Empenho para a universalização, somando 1613 municípios.

    A correlação entre saneamento e saúde, assim como na edição passada, ficou evidente: de forma geral, quanto maior o acesso ao saneamento, menor a incidência de internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado – DRSAI.

    A ABES informou ainda que 66% dos municípios do país não entraram no ranking. A maior causa foi a falta dos serviços de esgoto: mais da metade dos municípios não apresentaram dados de coleta e/ou tratamento.

    Entre os 80 municípios que alcançaram a categoria “Rumo à Universalização”, estão 12 cidades (15% do total) que possuem concessões ou parceria com a iniciativa privada, entre elas Niterói, Limeira, Jundiaí, Piracicaba, Araçatuba, Ribeirão Preto, Matão, Mirassol e Pará de Minas (foto).

    Os prestadores privados de saneamento estão presentes em apenas 6% dos municípios brasileiros. O número é ainda mais reduzido quando se consideram apenas concessões plenas de água e esgoto (2%). Prestadores regionais públicos (71%) atendem à maior parte dos municípios.

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