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  • Avanço no saneamento básico de Sumaré contrasta com a realidade do país, de acordo com dados do IBGE

    28/05/2019

    Pesquisa divulgada pelo instituto mostra que dez estados do país tiveram piora no acesso à rede de esgoto. Em Sumaré, R$ 60 milhões serão investidos para elevar o índice de esgoto para 65% em 2020

    O saneamento básico está estagnado na maior parte do país e registra recuos em alguns Estados. Essa é a principal conclusão da pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (22) que mostrou que cerca de 23 milhões de domicílios brasileiros em 2018 não estavam conectados à rede de coleta de esgoto. O número representa 33,7% das residências, ou seja, aproximadamente um em cada três domicílios não tinha escoamento por rede geral ou por fossa ligada à rede de esgoto no ano passado.

    O avanço dos serviços em Sumaré nos últimos anos contrasta com a realidade apontada pelos números do IBGE. Na cidade, desde 2015, quando a empresa assumiu a concessão, já houve redução do índice de perdas de 60% para 40,6%. Além do aumento na produção de água que passou de 720 litros por segundo para 1000 litros por segundo; e o aumento no índice de tratamento de esgoto de 14% para 30%, o que representa um acréscimo de 125.750 litros no volume de esgoto tratado, mensalmente, na cidade.

    Este mês, a BRK Ambiental, iniciará a construção da Estação de Tratamento de Esgotos Tijuco Preto (ETE Tijuco Preto), com investimento previsto de R$ 60 milhões. A ETE será responsável por tratar 230 litros de esgoto por segundo. Com isso o índice de esgoto tratado na cidade mais que dobra, passando dos atuais 30% para 65% e a previsão é que a obra seja concluída em dezembro de 2020. Também serão executados os dois subsistemas Jatobá e Quilombo, com a implantação de nova ETE e mais 40 quilômetros de interceptores e coletores de esgoto, elevando o percentual de tratamento para 100%, que será tingido em 2022. Estas obras permitirão a despoluição do Ribeirão Quilombo.

    “Os números do IBGE mostram que o saneamento básico pouco avançou no Brasil desde 2016. Felizmente, Sumaré vive uma realidade diferente com avanços importantes que trazem melhorias para a saúde e qualidade de vida das pessoas”, explica Cleber Salvi, gerente de operações da unidade. Os avanços no município são resultados de investimentos da ordem de R$ 26 milhões aplicados pela BRK Ambiental. Nos próximos anos, mais R$ 420 milhões serão investidos na cidade.

    Os investimentos em saneamento básico trazem reflexos diretos para a qualidade de vida da população. Diversas pesquisas apontam que os recursos investidos no setor garantem economia de recursos para outras áreas, como saúde e educação.

    Os dados divulgados ontem pelo IBGE foram obtidos no levantamento Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores 2018, feita com base em informações coletadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C).

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