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  • BRK Ambiental conclui obra que beneficia 35 mil pessoas em Sumaré

    10/01/2020

    Nova adutora do Picerno será responsável pelo abastecimento de 13 bairros; investimento total foi de R$ 3 milhões

    A BRK Ambiental, empresa responsável pelos serviços de água e esgoto de Sumaré, concluiu a obra de implantação da adutora do Picerno e a colocou em operação esta semana. 35 mil pessoas de 13 bairros são diretamente beneficiadas pela intervenção, cujo investimento por parte da concessionária foi de R$ 3 milhões.

    Com 3,5 quilômetros de extensão, a nova adutora é responsável por levar água tratada da Estação de Tratamento de Água I, na Vila Menuzzo, para o Centro de Reservação Carlota, na Vila Carlota, e é fundamental para aumentar a disponibilidade e melhorar a qualidade da água.

    “A conclusão dessa obra é de extrema importância para os moradores da região do Picerno que antes sofriam com os rompimentos da antiga adutora e com alteração na coloração da água”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Sumaré.

    A adutora antiga era de fibrocimento, material muito suscetível a rompimentos. A nova é de PVC em sua maior parte e de ferro em um trecho mais baixo da cidade, onde a pressão de água é mais elevada. “Essa alteração no material, é exatamente para evitar possíveis rompimentos em decorrência da maior pressão da água.”

    Além disso, a adutora antiga era de 1985 e, em função da idade, permitia a incrustação de partículas. Essas partículas, em momentos de variação do volume da água que passava pela tubulação, se desprendiam e podiam gerar coloração amarelada na água, algo que ocorria na região do Picerno. “Tubulação nova e abastecimento sem intermitências irão melhorar sensivelmente a qualidade da água”, complementa o diretor.

    O morador José Cicero Ferreira da Silva, do Parque Rosa e Silva, relata que o problema da qualidade da água ocorria há mais de dois anos. “A gente percebia na torneira, na pia, na máquina. A água ainda vinha com uma cor alterada. Agora está melhor, a cor está normal”, conta o morador.

    O André Fabiano Rodrigues, que mora no Jardim Picerno I, também teve problema com a qualidade da água. “Agora melhorou, não tivemos mais problemas”.

    Outra alteração é no diâmetro da adutora. A antiga era de 350 milímetros e a que foi implantada é de 400 milímetros, já prevendo o crescimento da população e da demanda futura de água. “Com isso, haverá maior capacidade de transporte da água que passa dos atuais 80 litros por segundo para 130 litros por segundo, um incremento de 50 litros por segundo. Com isso, foi possível aumentar em 50% a capacidade desse sistema de abastecimento”, ressalta Fernando.

    Investimentos
    A construção da adutora do Picerno faz parte de um trabalho de remodelação de todo o sistema de abastecimento que a BRK Ambiental realiza no município. O ciclo atual de investimentos é de R$ 420 milhões, que contempla obras nos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

    Com relação ao sistema de distribuição de água, a concessionária tem realizado novas redes e a substituição das existentes deterioradas, além de outras ações para permitir a redução do índice de perdas, que tem como meta atingir 30% até 2020. Desde que assumiu a concessão, já foi possível reduzir o índice de perdas de 60% para 40%.

    Além disso, em março deste ano, a concessionária colocou em operação a nova adutora de água bruta que é responsável por levar água da Captação do Marcelo até a ETA I, estação de tratamento de água localizada na Vila Menuzzo. Em andamento, também temos a obra da Adutora Bandeirantes-Calegari, que quando concluída, vai beneficiar 82 mil pessoas de 31 bairros das regiões de Nova Veneza e Área Cura.

    Outras duas obras importantes estão em andamento e irão beneficiar 70% da população da cidade. São as obras de ampliação e modernização da Captação do Rio Atibaia e da ETA II, estação de tratamento de água localizada no Parque Itália. Com essas intervenções já foi possível ampliar a capacidade de captação e de tratamento de 600 l/s para 750 l/s, um incremento de 150l/s. Trata-se de um aumento de 25% da vazão que, além de garantir segurança operacional, possibilita o crescimento sustentável da cidade e segurança hídrica, uma vez que é possível abastecer mais cerca de 50 mil pessoas com essa nova vazão.

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