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  • Greve ameaça tratamento de água, indica Abiquim

    30/05/2018

    O prolongamento da greve dos caminhoneiros poderá levar à falta de produtos químicos básicos para o tratamento da água, advertiu ontem a Associação Brasileira da indústria Química (Abiquim).

    A entidade, que representa sete indústrias químicas de base instaladas em Cubatão, disse que a greve já afeta segmentos da indústria química, principalmente no transporte de produtos que saem dos polos petroquímicos para os portos e na chegada de matérias-primas importadas. O acúmulo de estoques em algumas plantas podem causar queda na produção.

    Segundo a Abiquim, um dos segmentos prejudicados é o de produtos químicos utilizados nas estações de tratamento de água, que não estão sendo entregues.

    Em Cubatão, a Unipar Carbocloro é uma das maiores produtoras desses insumos no País. Entre as regiões atingidas, estão São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Essa situação pode gerar falta de água potável e diminuição na vazão capaz de manter o atendimento a serviços essenciais, como hospitais.

    O segmento de gases medicinais – em Cubatão, há a Linde Gases – também encontra dificuldades para a entrega de oxigênio líquido medicinal, produto utilizado para a manutenção e preservação da vida de pacientes em UTIs, CTIs, em estado crítico, ou que estejam sofrendo de crise respiratória.

    EM CASA – Desde segunda-feira, todas as empresas do Polo Industrial de Cubatão decidiram optar pelo trabalho em casa (home office) dos funcionários para o setor administrativo, utilizando redes sociais para executarem tarefas.

    O objetivo foi economizar combustível das empresas que prestam serviços de transporte, cuja oferta de ônibus foi restrita aos trabalhadores de turnos nas unidades industriais.

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