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  • Edição 16

    ANO VI - JAN 2020

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    Cidades

    Paraibuna se prepara para ter, enfim, tratamento de esgoto

    em 17 de Fevereiro de 2020

    Caepa (Companhia de Água e Esgoto de Paraibuna) inaugura ainda no primeiro semestre de 2020 moderna ETE que passa a operar na pequena cidade do interior de São Paulo

    Cercada por montanhas e represas, Paraibuna é uma das muitas cidades do interior do país que ainda não contam com coleta e tratamento de esgoto. Essa realidade começou a mudar há três anos, quando a concessionária privada Caepa assumiu os serviços de saneamento no município.

    Com 18 mil habitantes, Paraibuna também enfrentava problemas no abastecimento de água. “Encontramos um sistema muito antigo”, conta Félix Antônio de Moura, gerente de operações da GS Inima (CA-cb) Brasil, acionista da concessionária Caepa. “Haviam casos críticos, como o do bairro Panorama, que por muitos anos foi abastecido somente por caminhão pipa. Quando chovia, não havia condições de o caminhão subir a estrada”, acrescenta Rodrigo de Medeiros, coordenador de operações, que também trabalha na concessionária Caepa.

    Foram necessárias várias providências, como a regularização da pressão, o combate a vazamentos e fraudes e a melhoria da qualidade da água. Para tanto, a empresa tomou medidas como a automação e telemetria dos sistemas da ETA, troca de hidrômetros, estudo de eficiência energética e um cuidadoso processo de setorização, a partir de estudos que identificaram, em cada bairro, todas as deficiências na distribuição de água tratada.

    O projeto demandou a construção de nove elevatórias de água. O reservatório foi reformado e impermeabilizado para armazenar até
    1 milhão de litros, garantindo, assim, o abastecimento regular de água para todo o município.

    Hoje, com a questão da água praticamente resolvida, a Caepa finaliza a construção da rede e prepara-se para começar a realizar o tratamento de esgoto a partir de fevereiro, com uma nova e moderna estação (ETE). A cidade receberá, no total, um investimento de R$ 20,5 milhões para uma concessão de 30 anos. O contrato é regulado pela agência ARES PCJ.

    Os grandes beneficiados são os usuários – toda a população de Paraibuna, que passa a ter mais saúde e bem-estar social, além de ver preservados a paisagem e os mananciais de uma das regiões mais belas de São Paulo.

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