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  • Edição 11

    ANO IV - ABR A JUL/2018

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    Capa

    Pela inclusão externa

    em 27 de Abril de 2018

    Geaneide Santana, supervisora da Manaus Ambiental

    O que os profissionais que estão em contato com as comunidades podem nos ensinar a respeito de igualdade

    A sétima maior cidade do país possui cerca de 1,8 milhão de habitantes, atendidos pela concessionária privada Manaus Ambiental. A empresa tem como um de seus principais desafios entender as necessidades das comunidades da capital amazonense. Envolvida 100% com esse esforço, a supervisora de gestão de parcerias Geaneide Santana responde por um dos braços das ações de responsabilidade social da concessionária.

    “É de nossa responsabilidade ter uma interação direta com a comunidade formada por nossos clientes, incluindo lideranças comunitárias, comunidade escolar e formadores de opinião”, explica Geaneide. Entre as atribuições de sua equipe estão o gerenciamento de crises de abastecimento, a articulação de forças-tarefas em períodos de crise, o acompanhamento de intervenções de melhorias e interlocução de melhorias nas comunidades e a atuação em áreas de risco.

    Na opinião da supervisora, há algumas características importantes para quem pretende trabalhar com a comunidade: comunicação e adaptabilidade, facilidade de ouvir e orientar a conversa, ser apto ao desenvolvimento social e pró-ativo. Ter empatia e criatividade, além de comprometimento. “Para trabalhar com a comunidade e construir uma relação de confiança, precisa ser persuasivo, persistente e humilde. O objetivo do nosso trabalho é mudança de hábito e isso requer tempo, persistência e participação”, completa.

    No caso de Geaneide, antes de chegar à Manaus Ambiental, ela já havia desenvolvido atividades com comunidade. Formada em administração, ela acredita que trabalhar com saneamento básico é desafiador, uma vez que o processo de captação, tratamento e armazenamento não é, em geral, percebido ou valorizado. “As pessoas só percebem o quanto saneamento é importante quando falta ou quando se passa por uma crise”, enfatiza.

    Na comunidade, existem diferenças que também precisam ser entendidas e assimiladas pela empresa. “O estreitamento de relações com a população é fundamental para um setor que presta serviço básico, que impacta diretamente na saúde e qualidade de vida das pessoas”, finaliza.

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