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Edição 10

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Setor

Saneamento ganhará muito com ambiente competitivo

EM 03 de Dezembro de 2012

O senador Roberto Muniz (PP/ BA) visitou o estande da ABCON/ SINDCON durante o congresso da ABES/Fenasan, em outubro, após ter participado da abertura do encontro, ocorrido em São Paulo, com a presença de 4 mil congressistas.

Ele defendeu o regime de cooperação entre a esfera pública e a iniciativa privada para que o saneamento possa avançar no país. “Nenhum dos segmentos será capaz de resolver isoladamente os graves problemas que o saneamento no Brasil enfrenta. A cooperação entre o público e o privado é o único caminho possível”, alertou o parlamentar, ao lado de dirigentes empresariais, parlamentares e gestores públicos que participaram com ele do painel. “Precisamos retirar qualquer ambiente hostil que possa existir contra a iniciativa privada neste setor, a fim de alcançarmos um ambiente competitivo, que venha favorecer os investimentos e a entrada de novos recursos em uma área que permanece como um verdadeiro apartheid social”, destacou o senador.

No estande do SINDCON e ABCON, durante FENASAN 2017: Alexandre Lopes, presidente do SINDCON, Ana Lia de Castro, diretora executiva da ABCON e SINDCON, Senador Roberto Muniz, Carlos E. Castro, Diretor Corporativo Comercial do Grupo Águas do Brasil, Cesar Seara, assessor técnico da Abcon e Edi Bortoli, diretor do contrato Blumenau da BRK Ambiental

Muniz enfatizou a necessidade de ampliar a fiscalização e fortalecer o ambiente regulatório, como condição fundamental para que esse ambiente igualitário e competitivo seja estabelecido. Segundo ele, a população não se preocupa se a prestadora de serviço é pública ou privada. O importante é que o serviço seja prestado. “A participa- ção do privado não apenas amplia a Saneamento ganhará muito com ambiente competitivo cobertura dos serviços de esgoto, como também gera empregos e fortalece a engenharia sanitária no Brasil”, completou.

Para Muniz, o momento é propício para repensar os modelos de prestação de serviços de saneamento, a fim de levar água para quem precisa. “O debate precisa ser enfrentado com clareza e lucidez”. Sabemos que a iniciativa privada não é a solução para todos os males, ela não tem condições de assumir 100% do setor. Mas é preciso dizer também que não existe a tal privatização dos sistemas de saneamento. Os ativos continuam públicos. Precisamos superar essas questões e nos unirmos em favor da sociedade. Não há vida sem água”, finalizou.

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