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  • Edição 01

    ANO I - DEZ/2014 A MAR/2015

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    Mercado

    Um segmento cheio de oportunidades

    em 21 de Dezembro de 2017

    As pessoas que trabalham nas concessionárias de saneamento já partem com uma vantagem no atual quadro do mercado brasileiro. Trata-se de um setor que tem enorme potencial de crescimento e isso significa, sob o ponto de vista de quem já tem emprego na área, mais possibilidades de desenvolvimento de carreira.

    Para chegar a essa conclusão, basta uma rápida passada de olhos pelos números da participação das empresas privadas no setor de saneamento nacional. Hoje, são 300 municípios que já contam com o segmento privado. Isso quer dizer que ainda existe muito espaço para crescer, pois essas cidades juntas são pouco mais de 5% do total de municípios brasileiros.

    Além disso, a Portaria que aprovou o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), prevê R$ 304 bilhões para que o Brasil alcance a universalização dos serviços de abastecimento da água e esgotamento sanitário até 2033. E, para tanto, será preciso acelerar os investimentos para mais de R$ 15 bilhões/ano, contra os R$ 7,6 bilhões investidos em média nos últimos 10 anos.

    Um desafio e tanto. “Sem uma crescente participação da iniciativa privada, esse objetivo será impossível de ser alcançado”, confirma o economista Eduardo Giannetti da Fonseca, que participou recentemente do 5° ENA – Encontro Nacional das Águas.

    Giannetti tem razão. Atualmente, uma população de cerca de 27 milhões é beneficiada pelo trabalho da iniciativa privada, por meio de diferentes formas de participação nos municípios. Mas o Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes.

    Sendo assim, é claro que a nossa participação tende a crescer. “O setor privado tem uma enorme reponsabilidade pela frente”, diz o economista. E diz a verdade. Mas para quem já trabalha no segmento e acredita no poder da cooperação, isso é motivo de orgulho.

    Os números do setor mostram: daqui para frente seremos ainda mais importantes para melhorar a vida das pessoas no Brasil.

     

    Os 5 mitos…

     

    • As empresas privadas não têm interesse em atuar em pequenos municípios

    • Os modelos de parcerias não passam de privatização do setor

    • As empresas privadas ameaçam os níveis dos empregos do setor

    • As empresas privadas não atendem à população de baixa renda

    • As empresas privadas cobram tarifas altas, pois só visam lucros E as 5 realidades

    • Mais de 70% dos 300 municípios atendidos têm população abaixo de 50 mil habitantes

    • Não há nenhum caso de empresa pública que tenha a totalidade de seus ativos vendidos para a iniciativa privada

    • As parcerias para aumentos das coberturas dos serviços impactam positivamente na geração de empregos

    • Compromissos monitorados por entes reguladores asseguram o cumprimento de metas firmadas em contratos

    • As tarifas médias praticadas pelos operadores públicos estaduais e operadores privados são muito semelhantes

     

    E as 5 realidades

     

    • Mais de 70% dos 300 municípios atendidos têm população abaixo de 50 mil habitantes

    • Não há nenhum caso de empresa pública que tenha a totalidade de seus ativos vendidos para a iniciativa privada

    • As parcerias para aumentos das coberturas dos serviços impactam positivamente na geração de empregos

    • Compromissos monitorados por entes reguladores asseguram o cumprimento de metas firmadas em contratos

    • As tarifas médias praticadas pelos operadores públicos estaduais e operadores privados são muito semelhantes

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