A ABCON SINDCON concluiu um novo estudo sobre os Impactos Econômicos da Universalização do Saneamento Básico no Brasil.

Utilizando o modelo de Equilíbrio Geral Computável (EGC) dinâmico, o estudo revela que o setor poderá contribuir com um acréscimo no PIB de R$ 1,4 trilhão em 12 anos, e ainda proporcionar a geração de 1,5 milhão de postos de trabalho, a partir de um investimento de R$ 893,3 bilhões.

Com a universalização dos serviços, prevista em lei para até 2033, o saneamento sozinho será responsável por uma expansão de 2,7% no PIB até aquele ano.

 

 

O estudo projeta ainda um ganho trilionário nas receitas públicas. Somando a diferença gerada com a universalização, o ganho nas receitas federais será de quase R$ 952 bilhões, um importante acréscimo que irá repercutir em todas as esferas públicas.

Geração de postos de trabalho – Apenas no setor de construção civil, haverá 5,1% a mais de postos de trabalho até 2033. No setor de saneamento, essa expansão chegará a 39,1%.

Ao final do período, o nível de emprego total no Brasil será 0,9% maior com a universalização alcançada.

 

 

Impacto positivo atinge toda a economia – O estudo demonstra que os benefícios da universalização na economia como um todo serão enormes (sem mencionar os ganhos com a saúde e o meio ambiente).

Na decomposição dos investimentos, a construção civil teria uma demanda de R$ 606,6 bilhões em 12 anos; indústria de tubulações (R$ 178,2 bilhões), máquinas e equipamentos mecânicos (R$ 74,6 bilhões), elétrica e A&C (R$ 7,4 bilhões) e outros setores (R$ 26,5 bilhões) completam a lista.

O próprio setor de saneamento terá uma produção 39,2% maior.

 

 

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