A GS Inima Brasil destaca-se como uma das líderes em inovação no setor de saneamento e no setor industrial.

 

A eficiência energética sempre ocupou espaço prioritário na agenda estratégica da empresa, não apenas para gerenciar custos e consumos, mas também em virtude de sua origem renovável.

Desde a sua primeira concessão no Brasil, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a GS Inima Brasil foi pioneira ao implantar o aproveitamento energético do biogás gerado pelo lodo do processo, em 2011. A partir dali, a empresa alcançou marcos significativos ao adotar fontes de energia renovável em suas instalações, promovendo simultaneamente a redução de impactos ambientais e benefícios econômicos e operacionais.

Consolidando seu posicionamento pautado na agenda de sustentabilidade e de alta performance ESG, o Grupo GS Inima adotou a energia solar fotovoltaica – não apenas sendo uma decisão estratégica para garantir o fornecimento de energia sustentável como o compromisso com a mitigação e adaptação às mudanças climáticas–, mas também como uma nova frente de negócios.

No Brasil, já está instalada uma capacidade de aproximadamente 3 mil kWp e mais de 6 mil placas solares nas usinas fotovoltaicas das unidades do grupo, como a SESAMM, localizada em Mogi Mirim, que se destaca como a primeira empresa de saneamento do país a investir em geração de energia solar para consumo operacional. A usina fotovoltaica, composta por 1716 módulos, totalizando 731 kWp, representa um investimento de R$ 3,9 milhões.

A GS Inima SAMAR, concessionária responsável pelo abastecimento de água e esgoto de Araçatuba, inaugurou em abril de 2023 a Usina Fotovoltaica Ipanema, localizada ao lado da ETA Tietê. O empreendimento, considerado a maior usina fotovoltaica de solo construída em área urbana na região, é capaz de abas- tecer seis unidades consumidoras da concessionária em diversos pontos de Araçatuba.

A ETE Ribeirão Preto, da concessionária GS Inima Ambient, é referência nacional como exemplo de aproveitamento energético do biogás. A planta tem o potencial de atender cerca de 60% do consumo operacional da estação. O projeto utiliza o biogás como combustível de motores, evitando emissões diretas de gases de efeito estufa na atmosfera.